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É um
rumor oficial: O ex-presidente Clinton, dos EUA,tem uma namorada nova, uma política e milionária canadiana, Belinda Stronach, que tentou desviar o Partido Conservador para a Esquerda, perdendo com o actual Primeiro-Ministro, defensor do sentido contrário, antes de se transferir para os Liberais e disputar a respectiva liderança, com insucesso semelhante. A confirmar-se, o principal interesse será saber qual a consequência que poderá ter na candidatura de Hillary, em 2008. Embora os americanos gostem de ver uma vida familiar estável nos seus políticos, a pele de vítima também pode render, como aconteceu com a previsível candidata, aquando do
Monicagate. Impopular e dada como irritante, até aí, veio a ganhar simpatias, ao menos nos estados do Nordeste, pelo estoicismo e fidelidade com que aguentou o adultério. Duas pessoas devem o
boom das respectivas carreiras a
Miss Lewinski - a actual Senadora por Nova Iorque, de quem acabei de falar; e o Presidente Bush, que conseguiu derrotar um Vice-Presidente de período de grande prosperidade, moderado e com as vantagens de fortes apoios sulistas e ambientalistas, em grande parte pelo cansaço moral com as tropelias
clintonianas. Num País fortemente marcado pelo infantilismo, a tendência é dizer "o Bill gosta da Belinda". Resta saber se, por outras razões, a Hillary poderá dizer o mesmo.