«O optimismo é uma preguiça do espírito». E. Herriot. + «Uma assombração que se preza não pode ser preguiçosa. Buuuh!». O Fantasma do Misantropo.
No dia de São Francisco Xavier, esta excelente leitura, sobre o Instrumento de Fé e de Expansão política em que Se constituíu o Nobre Espanhol, ao serviço das cruzes de Cristo que D. João III queria estender para Oriente, contrariando o propósito inicial de Santo Inácio que O destinava, primeiramente, a um seminário em Portugal. Na tripla universalidade do Catolicismo, da Companhia e da Coroa Portuguesa se desenrolou o Trabalho culminado pelo Martírio que só a retracção setecentista de Poderes tomados por Ministros mais ciosos dele para particularismos do que os Reis viriam a enfraquecer, gerando as sementes da debilitação dos Tronos, num século, como da deterioração da conquista do Nascente, em breve reduzida à dominação. Sem a grandeza generosa da Conversão que visa aumentar irmãos e haveria de ser apontada como inimigo pelo materialismo emergente dos independentismos dominados por dirigentes ávidos, os quais,uma vez instalados, se haveriam de revelar os mais corruptos de todos.
São Francisco nunca vergou. Como no célebre episódio de Melinde, em que tendo cativado o mais importante vulto Maometano com a cordialidade que evidenciava, não hesitou em mudar o registo para o fulminante tom, quando retorquiu ao anfitrião lamentoso da decadência religiosa islâmica que admirava era a subsistência desses mesmos restos, quando consideradas as patifarias cometidas na zona, em nome dos princípios do Profeta.
Mas enquanto o Exemplo permanecer na Memória das Gentes nem tudo estará perdido.